
O mercado civil de armas leves deve adicionar cinco plataformas ao calibre .38 TPC (Taurus Pistol Caliber) em 2025.
Nos próximos meses, a Taurus deverá lançar no mercado quatro pistolas e um revólver no novo calibre desenvolvido pela companhia, segundo relatou o CEO da companhia, Salesio Nuhs, em conversa com o THE GUN TRADE na última quarta-feira (26).
Hoje o .38 TPC conta com duas armas: G2c e GX4 Carry. As pistolas que sairão no novo calibre são:
Também haverá um revólver disponível no novo calibre, que será nomeado de RT 385.
Segundo Salesio, todas plataformas devem estar disponíveis até a realização da Shot Fair, maior feira de armas do país, a ser realizada no início de julho.
TX9: aposta da Taurus para mercado policial e militar
A nova plataforma da empresa, TX9, é uma grande aposta da Taurus para os mercados militares e policiais ao redor do mundo.
A nova pistola, que vem em três tamanhos, subcompacta, compacta e full size, “foi desenvolvida sob rigoroso protocolo militar para utilização sob condições extremas”, de acordo com a empresa.
Ela também deverá ter linha voltada aos campeonatos de IPSC (Confederação Internacional de Tiro Prático).
A TX9 vem com mecanismo striker-fire, backstraps intercambiáveis para ajuste de
empunhadura, teclas totalmente ambidestras, retém do carregador reversível, sistema T.O.R.O. (Taurus Optic Ready Option) e versão opcional com miras em tritium, que brilham no escuro.
O modelo deve ser lançado junto a Taurus Shooting Academy, academia de tiro oficial da companhia, a ser inaugurada na sede da fabricante, em São Leopoldo (RS). A previsão de abertura deve ser adiada para maio, segundo o CEO Salesio Nuhs.
De acordo com o executivo, a arma “será vendida num preço superior a toda família G, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos”, por se tratar de uma plataforma militar.
No caso, armas vendidas a esses públicos têm mais exigências, usualmente feitas em licitações, nos quesitos durabilidade, vida útil do cano, entre outros temas, como suporte a dezenas de milhares de tiros com uma tolerância mínima no número de falhas.