Progressão de nível de atirador

Exército exige habitualidade com arma própria para troca de nível CAC

Força armada indeferiu processo com argumento de que "os treinos e competições (...) precisam ser realizadas com a arma do requerente"

O Exército não aceita armas de fora do acervo para progressão de nível
Armas de fora do acervo pessoal não valem para progressão de nível, segundo o Exército (Flickr/Exército Brasileiro)

A progressão de nível de um CAC (Caçador, Atirador e Colecionador) pode ser solicitada desde que o atirador cumpra sua habitualidade usando suas próprias armas, segundo o Exército Brasileiro.

A informação foi revelada nesta quinta-feira (20), em vídeo do advogado e youtuber Andrey Blanco.

“O nº de treinos e competições realizados com a arma registrada não atinge o mínimo exigido. Essas atividades precisam ser realizadas com a arma do requerente“, diz a mensagem do sistema de protocolos da Força Armada, que mostra as fases de tramitação dos processos físicos do Exército.

(reprodução/Youtube/Andrey Blanco – Portal Armamentista)

O processo no caso foi indeferido com base neste argumento.

O THE GUN TRADE questionou o Exército se esse indeferimento é padrão e serve para qualquer região militar (visto que há possibilidade de diferentes interpretações por diferentes RMs).

A reportagem também questionou a instituição sobre se o mesmo caso (necessidade de habitualidade com armamento próprio para CAC) vale também para renovação do CR (Certificado de Registro).

O portal aguarda resposta da Força Armada.

CAC: SisgCorp disponibiliza opção para progressão de nível

A solicitação para progressão de nível dos CACs (Caçadores, Atiradores e Colecionadores), da categoria ‘Atirador‘, ficou disponível no SisgCorp (Sistema de Gestão Corporativa do Exército), no mês de dezembro.

O sistema ficou por mais de um mês fora do ar. Agora, ainda apresentando instabilidades, consta com a opção para esse serviço de forma digital*. O custo é de R$ 50.

Saiba mais nesta reportagem.